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FOCO - Informativo do Hospital Centrinho/USP e Funcraf • Ano 5 •
nº 36• Bauru, jun/jul 2005
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Ponto e Virgula Editorial (p 2) De Bauru para o Brasil Sem dúvida, aniversários são bons motivos para festas. Mas, são também uma boa oportunidade para refletirmos sobre nossa vida... Normalmente, estamos tão centrados em nossas atividades-fins que acabamos “perdendo” alguns parâmetros, como, por exemplo, a consciência da razão de existirmos. Algumas pessoas acreditam que têm uma missão na vida, um trajeto definido a seguir. Outras entendem que, com o livre arbítrio, podem construir um novo mundo, abrindo fronteiras, construindo o próprio caminho. Seja como for, fica sempre uma sensação de que, voluntária ou involuntariamente, temos algo a fazer. Esse é o nosso sentimento com relação ao próprio Centrinho/USP, que completa 38 anos em 24/6. Nessas décadas, seu crescimento foi tão significativo que o diminutivo do nome só faz sentido em virtude da relação de carinho que a equipe reabilitadora mantém com seus quase 65 mil pacientes (mais de 40 mil deles com fissuras labiopalatais). Conhecido, ao menos, por um núcleo familiar de cada cidade brasileira, esse hospital universitário mostra a que veio. Como instituição pública, com 100% de seus leitos dedicados ao Sistema Único de Saúde (SUS), o Centrinho/USP oferece tratamento especializado a pessoas com fissuras de lábio e de palato (céu da boca), malformações da face e do crânio, deficiências auditivas, visuais e síndromes. Além disso, investe em ensino e pesquisa na certeza de melhorar cada vez mais a qualidade de seus serviços e técnicas cirúrgicas. Mas nada disso seria possível se não fossem algumas pessoas. Idealistas que, um dia, acreditaram que podiam criar tamanha estrutura a serviço dos brasileiros. Uma delas - Luiz Ferreira Martins, assessor da superintendência, parceiro e amigo do Tio Gastão (superintendente do Centrinho em nove mandatos consecutivos) - , terá sua vida contada nas páginas especiais dessa edição. Vale conferir. Boa leitura! |
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